sexta-feira, 12 de outubro de 2012

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012



Agora, já é possível jogar Angry Birds na TV da sua sala, graças ao Woxter Android TV, já disponível na Staples


Lisboa, 9 de Fevereiro de 2012 – Chega hoje às lojas Staples o Gagdget mais esperado dos últimos meses. Chama-se Android TV e, entre outras funcionalidades, permite jogar o famoso jogo Angry Birds directamente na TV da sala, e através do conforto do sofá!

O equipamento Woxter Android TV 100, com suporte para Wi-Fi, é um gadget verdadeiramente inovador, compatível com as TVs de última geração, e que permite ao utilizador usufruir e explorar as melhores aplicações do, já conhecido, sistema operativo da Google. Este dispositivo multimédia vem equipado com um poderoso processador ARM Cortex A8 1 GHz com 512 Mb de RAM e, para além de navegação na Web permite fazer o download de apps e jogos através do Android Market, aceder à caixa de e-mails, assistir a filmes em alta definição, desfrutar de áudio DTS ou gerir a agenda diária.

O gadget Android TV incorpora, ainda, uma saída HDMI 1.3 e apresenta um leitor para cartões de memória SD e uma entrada USB Host, que permite reproduzir, a partir de um dispositivo de armazenamento externo, filmes em HD, música ou fotografias. É, ainda, compatível com WebCam (permitindo, assim, realizar videoconferências com toda a família)  e oferece suporte ao Adobe Flash Player 10.1, a arquivos MKV, filmes e gráficos 3D.





Para além de todas estas vantagens, o dispositivo Android TV é muito simples e intuitivo de utilizar, graças ao controle remoto e ao mini teclado sem fios com Touchpad, retro-iluminação e recarregável via USB, que potenciam a experiência de utilização do equipamento.

Em conjunto, todas estas funcionalidades fazem do Android TV um verdadeiro centro de entretenimento multimédia, essencial em toda a casa e a toda a família, prometendo muitos momentos de diversão.
Estará disponível em todas as lojas Staples, bem como em www.staples.pt a um P.V.P. de 177,00€.










Mais sobre a Staples
A Staples é líder na venda de artigos de papelaria e material de escritório. Fundada a 1 de Maio de 1986, em Massachusetts (EUA), chegou a Portugal em 1996, tendo aberto a primeira Loja em Alfragide. A marca Staples destina-se a dois públicos distintos: as empresas e os profissionais liberais (clientes sobretudo das categorias office supplies, mobiliário, electrónica e serviços dos centros de cópias & impressão) e o consumidor final (sobretudo nas categorias de tecnologia e na grande campanha de Regresso às Aulas).



terça-feira, 21 de junho de 2011

O que um burnout - Diagnóstico da moda ou doença grave

Quatro profissionais contam o que torna o seu dia-a-dia extenuante e como tentam ultrapassar as inúmeras solicitações da melhor forma



Miriam Andrade, 28, Politóloga

O problema é eu não ser polifacetada, i.e. conseguir tratar diversos assuntos ao mesmo tempo. Se estiver a escrever um texto no Word e vir a mensagem de entrada de correio eletrónico activa, tenho de a ler de imediato e responder. Isto é desconcertante, claro. Depois de me conseguir concentrar de novo, toca o telefone.
Trabalho num instituto de investigação científica, onde escrevo estudos e pareceres com os meus colegas. Acontece muito estar a trabalhar em mais que um projeto ao mesmo tempo. Todos eles têm prazos de entrega fixos. Quanto mais se aproxima a data de entrega, mais troca de informação há. Muitos dos meus colegas estão sempre contatáveis, mesmo em viagem ou de férias, o que contribui muito para a ansiedade. Estando a ser constantemente "bombardeado" com informação pode levar-nos a perder a noção das prioridades. O que é que é agora muito importante e o que posso deixar para depois.
Embora deixe o meu Smartphone ligado durante as 24h do dia, não o atendo a partir das 20h. Até agora ainda ninguém se queixou por ter respondido a uma mensagem somente no dia seguinte. 


Marta Canana, 61, Professora

Já não sou tão organizada como era há uns anos. Agora tenho de anotar todos os compromissos, senão não cumpro. Utilizo para o efeito três agendas: uma na cozinha, uma na mala e a do telemóvel. Quando, mesmo assim, esqueço qualquer coisa, fico tão irritada que até fico doente.
Tenho compromissos que chegue. Na minha profissão temos de organizar muitas coisas. Para além disso, faço parte do conselho escolar e de uma associação recreativa. Tento conseguir cumprir a 150 por cento. Sou mesmo assim, mas quando não o consigo fazer fico fora de mim. Por isso decidi que tinha de mudar, abandonei a direção e todos os cargos de detinha no clube desportivo. Lamento imenso, mas era demais. Já planeei frequentar um curso de coaching. Não quero estragar a minha qualidade de vida com o stress.


Gonçalo Trancoso, 53, coach

Pertenço aos que querem fazer tudo como deve ser, o que é típico das vítimas de burnout que apostam na excelência da  performance. Geralmente escolhe-se um meio onde estas características são essenciais. Quando desempenhei funções como chefe de um departamento de compras tinha de motivar os meus colaboradores para alcançarem determinados volumes de facturação. Nessa empresa as estruturas estavam em constante mudança, não havia continuidade, e eu chegava a trabalhar 60 h por semana. A dada altura só já me sentia esgotado e um cansaço paralizante. Pedi baixa ao médico e pensei que se desacelerasse o ritmo que as coisas iriam ao sítio. Mas tal não aconteceu. Tinha mesmo de fazer uma mudança de fundo. Hoje trabalho como coach e aconselho muitos indíviduos vítimas de burnout. Sou dono de mim e do meu tempo, aderi a uma filosofia de vida mais asiática. Não tenho de ser sempre o melhor para me sentir realizado.


Dalila Couto, 21, estagiária

O meu stress advém dos inúmeros compromissos que assumo. Ao domingo escrevo um plano semanal pormenorizado. Se ocorrer qualquer atraso, compromete o restante. Às 5h da manhã levanto-me, saio de casa às 5.40h. Apanho o autocarro e o comboio, levando no total 90 min para chegar à empresa. Trabalho de oito a 10 horas e de seguida vou para o campo de ténis. Para aumentar o meu rendimento dou aulas de ténis em horário pós-laboral. Depois de acabar de dar aulas descontraio-me jogando um jogo. Chego a casa pelas 23h e ainda vou estudar para as provas finais.
Durante o ensino secundário vivia em Sintra, onde a vida é mais calma e se pode, inclusive, ir a pé para escola. Pelas 15h já costumava estar em casa. Fazia os trabalhos de casa e jogava ténis num ritmo mais calmo. A maior parte das vezes já estava na cama às 23h. Não me lembro de me ter deitado muitas vezes tão cedo em Lisboa. Desde que iniciei o estágio na área de gestão empresarial estou sempre cansada.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

A nova compacta da Samsung


A Samsung anunciou o lançamento da câmara fotográfica compacta SH100, topo de gama no segmento de compactas Wi-Fi

O seu design é agradável, explorando a combinação das tonalidades cinzentas com a cor preta. Dispõe de um Zoom óptico 5x e de um ecrã de visionamento com acesso digital aos menus.



A funcionalidade Wi-Fi permite uma ligação rápida e cómoda a outros dispositivos, facilitando a gestão, a partilha e o tratamento das fotografias captadas em tempo real. Poderá, por exemplo, fazer o enquadramento ou a filmagem que desejar com o auxílio do seu telemóvel, ampliando ou reduzindo a mesma no ecrã do telemóvel, antes de accionar o obturador de fotografia ou filmagem. O visionamento das fotografias e dos vídeos na televisão pode ser feita por meio de ligação DLNA e as cópias de segurança podem comodamente ser transferidas via Wi-Fi para o PC, mesmo que esteja desligado.


As fotografias e vídeos podem ser publicados de imediato nos sites das redes sociais mais comuns, tais como Facebook, Picasa, Photo Bucket ou YouTube.

O seu ecrã táctil permite um acesso rápido e fácil aos menus e submenus.

A Samsung definiu como público alvo para este produto a camada mais jovem da população, que de acordo com o CEO da empresa se movimentam numa sociedade de "imediatismo", i.e. não querem perder tempo até chegar a casa para partilhar as suas experiências. A SH100 oferece essa versatilidade a um preço acessível e com a mais recente tecnologia.

Em resumo a fusão dos conceitos de smartphone e câmara digital compacta resultou num produto atractivo, cómodo, de fácil manuseio e, sobretudo, apetecível a quem se movimenta no mundo vertiginoso das novas tecnologias.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Novas formas de poder

É grande a luta pelo poder na esfera da pirataria informática (cujos autores são conhecidos por "hackers"). Nos últimos dias, activistas anónimos da rede fizeram manchete com os seus ataques digitais contra empresas multinacionais, tais como a Amazon, a Paypal e, até mesmo, a Mastercard. Bloquearam os sites destas empresas por as mesmas terem cancelado os serviços da tão contestada Wikileaks. A melhor forma de milhares de pessoas demonstrarem a sua solidariedade para com o fundador desse sítio: Julian Assange. Contudo, também tem o efeito de despertar a consciência colectiva para o facto de na "rede" acontecerem coisas, que poucos entendem e que provocam enormes danos e mau-estar, precisamente porque os autores permanecem na penumbra.

A maioria dos activistas mais jovens não partilham, forçosamente, os mesmo objectivos. Uns fazem pirataria para provar que existem falhas de segurança. Outros lutam por uma "rede" livre de censura, na qual os dados são partilhados por todos - a transparência total. Outros, ainda, pretendem provocar danos graves às grandes multinacionais para, dessa forma, provar quem tem o poder na internet.

Com a prisão preventiva de Assange (sob acusação de abuso sexual) a comunidade cibernáutica ganhou um mártir, à volta do qual se pode reunir de modo anónimo. Descobre-se, assim, um novo movimento revolucionário: o ano de "68 digital". Alguns utilizadores mais radicais querem impor as suas próprias regras na world wide web, ou seja de que não poderá haver regras impostas. Esta postura é completamente errada, uma vez que a internet é uma espaço sujeito à legislação de cada Estado, tal como se constatou na semana passada na Holanda:  a polícia prendeu dois adolescentes envolvidos numa ofensiva de atentados contra empresas estabelecidas online.  Um deles tem apenas 16 anos, um oficial dos militares ciberbáuticos na idade da puberdade.  Até ao momento este ataque ainda só originou danos económicos contabilizáveis, quando comparado com outros boicotes organizados contra marcas mundiais ou produtos. Ainda não é o suficiente para assumirmos que a pirataria informática é praticada somente por indíviduos de carácter duvidoso.

O cenário pode apresentar mudanças drásticas, se o alvo dos activistas cibernáuticos se virar contra pessoas, ameaçando a sua existência, quer por ataque aos seus bens, quer através de acções de indiscrição.

Como encararia Julie Assange o facto de o processo sobre a sua acusação de abuso sexual ser divulgado publicamente na internet? O mundo seria melhor se soubessemos o que consta do mesmo? Vamos reflectir e transpor para a nossa própria "privacidade".

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Polyglot - Turkuu 2011 Capital Europeia da Cultura

DO YOU SPEAK VIDEO?



A NISI MASA - a rede europeia de cinema amador está a organizar um concurso de vídeo online subordinado ao tema "multilinguismo!".

Os concorrentes podem escolher entre duas categorias:

• Video Portraits (Documentário sobre  "o meu multilinguismo") -
Se fala mais que um Idioma no seu dia-a-dia, descreva o meio linguístico em que se movimenta como o mesmo afecta a sua personalidade.

• Poemas em forma de vídeo (Ficcção sobre "o  Idioma que falo nos meus sonhos") -
Utilize este meio audiovisual como um potencial artístico para compartilhar as ideias mais originais e criativas sobre os mais diversos idiomas.

Os concorrentes devem residir num País europeu (dentro ou fora do espaço da UE) e terem idade compreendida entre os 18 e os 35 anos. Serão considerados trabalhos com uma duração máxima de 5 minutos, produzidos a partir de 1 de janeiro de 2008. 

O prazo de entrega é até 15 de Dezembro de 2010.

Serão seleccionados 18 vencedores para integrar uma workshop gratuíto de duas semanas, a realizar em Junho de 2011 com tudo pago a bordo do "POLYGLOT".

Para mais informações visite o link http://www.turku2011.fi/en/ohjelmahanke/672/info.





sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Feira do Livro de Frankfurt

Frankfurt Hot Spots


Inhalt trifft Technologie

Die Frankfurt Hot Spots vernetzen die Pioniere der digitalen Technologie mit der internationalen Verlags- und Medienwelt.

Diese neu konzipierten Formate der Frankfurter Buchmesse sind innovative Plattformen, speziell für Anbieter und Unternehmen in den Bereichen Technologie und Digital Content. Sie bieten Ihnen das optimale Umfeld, um Ihr Unternehmen auf dem digitalen Markt zu platzieren!

Die Frankfurt Hot Spots sind thematisch fokussiert und strategisch in fünf verschiedenen Messehallen der Frankfurter Buchmesse platziert – So erreichen Sie Ihre Kundenzielgruppen direkt!

Allen Ausstellern an unseren Hot Spots steht ein voll ausgestatteter Stand inklusive Internetanschluss, Café-Bar, Servicetheke, ein Lounge-Bereich für Geschäftstermine sowie ein Präsentationsslot auf einer der Hot Spot Stages zur Verfügung.

Die Hot Spots sind Teil von Frankfurt SPARKS, der digitalen Initiative der Frankfurter Buchmesse.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Falhanços da Tecnologia

Apesar dos muitos produtos de vanguarda tecnológica serem bastante bem sucedidos e aceites, há sempre aqueles que na promessa de serem muito inovadores, acabam por não cumprir as expectativas criadas à partida.

Ter um telefone que ao mesmo tempo serve de caneta e de conversor de texto é uma ideia que agradaria a muitas pessoas. Pois é, a Siemens já pensou nisso, concebeu o produto que acabou por nunca deixar de ser um protótipo.


Como este há mais exemplos, mencionamos no que se segue apenas alguns:

Siemens PenPhone:

Trata-se de uma mistura entre um caneta e um telefone. Faz também a conversão de texto redigido à mão para SMS. Infelizmente, este dispositivo nunca saiu da fase de concepção. Pode ser que com algumas melhorias ainda seja lançado para o mercado.

Nokia 7700:

Foi posto de parte em 2004, esta primeira tentativa da Nokia em conceber um touchscreen com bluetooth. Era semelhante ao N-GAGE. Não admira que não tivesse vingado.

Samsung F520:

O primeiro dos telemóveis da Samsung constantes desta lista. O F520 foi o primeiro modelo touchscreen desta marca, mas de longe menos sucedido que os que se lhe seguiram.


Samsung Watchphone:

Desde a altura de Dick Tracy que ansiavamos por um dispositivo como o Watchphone. Infelizmente o seu preço demasiado elevado, 900$, e as suas limitações em termos de funcionalidade fizeram com que deixasse de ser uma opção válida. 


Samsung T700:

Com um design inovador a pensar na mulher, não teve a aceitação esperada. Formato: caixa de maquilhagem.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Vale a pena explorar a loja do iTunes. Numa das últimas incursões deparei-me com uma aplicação chamada Jourist Language Coach que engloba cursos de Línguas em 24 idiomas. Com esta aplicação os utilizadores têm a possibilidade de aprender o vocabulário base para comunicar em viagem e de melhorar os seus conhecimentos linguísticos com inúmeros exercícios.

Cada curso contém aproximadamente 2139 lições sub-divididas por temáticas de aprendizagem. Estes cursos têm como destinatários maioritariamente turistas e executivos, uma vez que o vocabulário se centra em situações de reservas e pedidos de informação em hotéis, sobre atracções turísticas e situações de emergência.

Na existência de acentuação específica existe a respectiva tradução do texto em latim (mas com escrita fonética errada). O Jourist Language Coach também inclui um conversor para escrita fonética que facilita a tarefa da pronunciação dos termos estrangeiros. Os diversos conceitos também aparecem em expressões idiomáticas. Depois de apreendidas as novas palavras de cada unidade pode fazer-se uma auto-avaliação dos conhecimentos assimilados, bem como melhorá-los com exercícios mais complexos.

Uma vez que esta aplicação tem diversos Idiomas os cursos são de nível I (base) e tratam, sobretudo, a temática das viagens. Quem já domina minimamente um Idioma, não irá aprender muito mais nesta aplicação, uma vez que os exercícios têm como objectivo a consolidação dos conhecimentos adquiridos nestes cursos.

Imagens






Em suma, o Jourist Language Coach é excelente para aprender vocabulário para situações de viagem. Funciona, ainda, como uma excelente ferramenta de consulta para expressões idiomáticas. Por apenas 7,99 € não se pode exigir muito mais. Para níveis intermédios e avançados terá de se optar por outras soluções.





- Inlcui 24 Idiomas
- Vocabulário e expressões idiomáticas
- Lições em sistema de fichas de leitura 
- Inúmeros exercícios para a consolidação de conhecimentos sobre 
  vocabulário, pronúncia e ortografia
- Excelente para aquisição de vocabulário básico e de viagem














segunda-feira, 21 de junho de 2010

Wiki na gestão de informação

Todos nós estamos familiarizados com a situação. O problema já está resolvido, mas continuamos desesperadamente a reunir informação que substancie a nossa decisão e recomeçamos todo o processo de decisão. Existem vários estudo que corroboram que parte dos gestores de topo gastam entre 2 a 10 horas semanais na reunião de informação.

Está perto do conceito de "retirar" o saber da cabeça dos colaboradores para o disponibilizar ao maior número de pessoas possível. Contudo, é incompreensível que a maioria das organizações ainda não tenha conseguido encontrar uma forma de utilizar os conhecimentos dos seus colaboradores de modo mais abrangente. Geralmente, são relatórios, mensagens de correio electrónico e actas que contêm de forma difusa, parcial e heterogenea esse saber.

Já existem soluções destinadas à reunião e gestão de conhecimentos. Regra geral são dispendiosas e dificeis de pôr em prática. Um meio bastante pragmático e simples de gerir conteúdos é a utilização de uma Wiki interna (Wiki = Enciclopédia online). A mesma pode restringir-se a uma determinada temática ou sector.

Como funciona a Wiki? É uma solução que tem como base a internet e a intranet que, à imagem da já bastante divulgada Wikipedia (http://www.wikipedia.org/), regista informação por temas em páginas separadas. É o resultado de um trabalho comunitário em que os temas são introduzidos, acrescentados e corrigidos por mais que um autor. Pressupõe, ainda, a existência de um moderador por cada tema a quem cabe a tarefa de criar consenso quando surgem opiniões divergentes.

Este modelo é ideal para uma organização, já que oferece a possibilidade de haver uma monitorização dos conteúdos submetidos. A sua aplicação pode ser valiosa na troca de Know How em projectos com alguma dimensão e/ou complexidade.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Tecnologia Android afasta Windows Mobile

A Google bateu a Microsoft no mercado competitivo dos Smartphone. Este sistema operativo ganha cada vez mais relevância à escala mundial. A Samsung, por sua vez, não se intimida e contrapõe o Bada, anunciando o lançamento do Smartphone com este sistema operativo próprio. É desta forma que o grupo sul-coreano pretende juntar-se à concorrência.
"Para proporcionar o crescimento deste tipo de telemóveis no mercado, temos de ter um sistema operativo próprio" declara o responsável pelo Bada da Samsung Lee Ho-soo. "O Bada irá cumprir esta função, cobrindo todos os segmentos de mercado, dos preços mais acessíveis até aos produtos mais dispendiosos."
Com o Bada, que em coreano significa Oceano, a Samsung pretende repetir o sucesso do Apple e do RIM. Para além disso, serão garantidas formas de input inovadoras, através do uso do Apps (aplicação específica para telemóveis).
Conscientes da sua ainda pequena quota de mercado no segmento dos Smartphone, a Samsung aposta no desenvolvimento das aplicações Apps, de modo a garantir uma entrada no mercado americano e proporcionar a consequente expansão.
"O retorno dos programadores é muito bom. Temos potencial para tornar o Bada num dos sistemas operativos de vanguarda" constatou o Director da Samsung Lee Ho-soo.
A par do lançamento do telemóvel Wave com tecnologia Bada nos mercados da Grã-Bretanha e alemão, a Samsung Portugal apresentou esta semana este mesmo telemóvel em Lisboa, no espaço Urban Beach.
Num ambiente agradável à beira-rio, a Samsung Portugal conquistou os presentes com a simpatia e disponibilidade da sua equipa, nas explicações e demonstrações exaustivas de todas as (excelentes) funcionalidades deste produto.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Português na World Wide Web

A navegação na internet permite hoje em dia o acesso aos conteúdos em quase todas as Línguas faladas no globo terrestre. A localização e a tradução de conteúdos têm proliferado. O crowdsourcing tomou, nesta área, uma proporção enorme. Para os menos puristas dos aspectos linguísticos, basta o leitor perceber a mensagem para considerarem que uma localização ou uma tradução é sucedida. Devo confessar que para bem de qualquer nação, sem entrar em nacionalismos exacerbados, a apresentação de conteúdos na Língua que a representa deverá ser o mais correcta possível.
Quando um comum utilizador da internet acede a páginas supostamente traduzidas para Português poderá deparar-se com três situações: a) uma tradução sem intervenção humana em que surgem frases sem qualquer sentido, geralmente são produtos dos tão populares tradutores automáticos; Bing Translator, Google Translator e.o.; b) intervenção humana de não falantes da Língua, sobretudo de nacionalidade espanhola ou de alunos de Português para Estrangeiros, sendo o resultado uma mescla entre duas Línguas que embora parecidas e com origem etimológica análoga, muito divergem em termos semânticos, lexicais e de estruturas gramaticais; c) um produto final assente no tão discutido acordo ortográfico em que as regras vigentes para o português de Portugal são completamente descuradas. Resultado: quando se clica sobre o ícone Português surge uma página em Português do Brasil. Provavelmente este aspecto não irá ser estranho às gerações que hoje se sentam nas salas do 1º ano do EB, mas confesso que me incomoda a mim pessoalmente.
Haverá concerteza uma solução a fervilhar algures. Assente concerteza em exemplos de outros Idiomas falados em mais do que um País, como o são o Inglês, o Francês e o Alemão. Esperemos que a solução seja a mais adequada e correcta para o bem da Língua Portuguesa.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O cliente como escravo

O conceito de Crowdsourcing é sinónimo do envolvimento do cliente em prestações de serviço voluntárias e gratuítas. Empresas como a IKEA e de desenvolvimento de Software já o fazem há algum tempo. Agora chegou a vez da Google Translate.
Funcionário numa empresa de mudanças, programador de informática e empregado do sector bancário, três profissões completamente distintas que aparentemente nada têm de comum entre si. Mas pensando melhor constatamos: nós próprios já desempenhamos tarefas inerentes a estes trabalhos! Não como actividade profissional, mas sim nos nossos tempos livres, quando mudámos de casa, quando passámos a noite em claro a tentar instalar um programa ou na aquisição de acções online no nosso escritório em casa. Chama-se a isso Crouwdsourcing. O neologismo, introduzido em 2006 por Jeff Howe, refere-se à atribuição de tarefas de uma organização a um conjunto de pessoas externas à mesma. Estas são na maioria executadas via internet e nos tempo livre desses indivíduos. Desta forma, as empresas aproveitam os conhecimentos específicos dos voluntários e conseguem que o trabalho seja feito de forma completamente gratuíta.
Esta tendência chegou agora ao sector da tradução. Google Translator Toolkit é como se chama a nova ferramente o gigante da internet. Uma horda de tradutores voluntários terá como missão ajudar a criar a base de dados de tradução. É uma forma de a Google entrar em grande no negócio do crowdsourcing.

De empresas de desenvolvimento de software a fabricantes de móveis: o crowdsourcing está "in"

Os grandes de grupos de fabricantes de automóveis, empresas de desenvolvimentos de software e até mesmo o IKEA o fazem. Esta última até com muito sucesso. O modelo de negócio da cadeia de mobiliário baseia-se na colaboração activa dos clientes. Somos todos mestres na montagem de artigos. Mas só isto não chega, a estratégia deste gigante da indústria de mobiliário vem mais aquém. Anotar o números dos artigos, retirar caixas de estantes de armazém, carregar o automóvel e, por fim, montar os artigos em casa: é assim um "dia normal" no IKEA. Mas não o de um funcionário! Não, o de um cliente! Chama-se a isto "outsourcing para o cliente". O cliente passa de rei a escravo.
Para as empresas é um avanço bastante lucrativo. A IKEA poupa assim muitos milhões por ano. Vamos ver um exemplo: se a IKEA vender aproximadamente quatro milhões de unidades por ano, a montagem dos artigos levar cerca de 30 minutos e se tivermos em conta um vencimento por hora de oito euros chegamos a um montante de 16 milhões poupados por ano, num só artigo.

Entretanto, o mais comum dos consumidores já desempenha tarefas complicadas sem reclamar. Compra software incompleto e desenvolve em casa soluções personalizadas e sugestões de melhorias no mesmo. Não muitas vezes sacrifica o fim-de-semana em prol da busca em como fazê-lo. Quando já não há alternativa recorre aos foruns online onde em conjunto com "companheiros na mesma cruzada" procura a solução adequada. Alguns engenheiros designam os seus produtos de "produtos banana", uma vez que o fruto só amadurece nas mãos do cliente.

O novo Google Translator Toolkit

"Imagine que não traduz somente palavras, mas que pega em livros e textos que já se encontram traduzidos em diversos Idiomas e os comparam entre si. Imagine ainda que, por acaso, temos milhões desses livros nos nossos servidores..."

Foi com estas palavras que Philip Schindler, director da Google no norte da Europa, descreveu o caminho que a sua empresa quer empreender no sector da tradução. A Google está a tentar compilar uma base de dados gigantesca com traduções que podem ser utilizadas com recurso a algoritmos e automatismos inteligentes em traduções futuras. Será sempre feita uma comparação entre as passagens de texto a traduzir e a base de dados. A Google espera alcançar desta forma uma qualidade superior na tradução automática. A Visão da Google é a existência de uma comunicação sem barreiras entre indivíduos das mais diversas origens. Uma boa premissa, mas com quase toda a certeza uma utopia.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Assegurar qualidade e precisão elevada


As traduções de carácter jurídico, mais ou menos específicas nas áreas que abordam, devem ser de qualidade elevada, precisas e adequadas. O tradutor tem de ter uma atenção redobrada ao detalhe e à terminologia, de modo a transpor o termo jurídico correcto. Para o fazer, deverá estar familiarizado com o sistema jurídico subjacente e com as relações semânticas inerentes às duas comunidades linguísticas envolvidas na tradução. Em muitos casos, estes aspecto requere, inevitavelmente, uma capacidade de pesquisa comparativa, sobretudo ao nível conceptual. A consulta de dicionários jurídicos monolingues da Língua de partida revela-se muitas vezes insuficiente. Há que tomar em consideração a própria legislação, literatura sobre a doutrina do Direito e.o. Só então o tradutor poderá estar seguro de alcançar uma exactidão legal e terminológica dos conceitos.
Uma simples incorrecção ou interpretação subjectiva poderá ter consequências desatrosas. Não só em organismos oficiais que assentam a sua estrutura nos pressupostos legais e jurídicos, mas também em organizações empresariais, onde a relação entre parceiros é regulada num enquadramento legal através de documentação específica, que ao ser transposta para outro idioma deverá reproduzir de forma fidedigna as intenções subjacentes.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Localization's impact on purchasing decisions

Companies that adapt their products to local languages and market needs have a significantly greater chance of selling to international buyers. In 1 September 2008 survey of 351 buyers of business software from eight non-Anglophone countries, research firm Common Sense Advisory (CSA) found a high correlation between purchasing likelihood and localized products. The survey, included business people in Brazil, China, France, Germany, Japan, Russia, Spain, and Sweden.The findings are detailed in CSA's report "Localization Matters". CSA'S Chief Research Officer Donald DePalma explains,"Many firms still debate whether it makes business sense for them to localize their products, mostly because there is a longstanding assumption that people feel comfortable using English. However, this data clearly shows that even when people speak English confidently, they still prefer products in their language.

domingo, 2 de agosto de 2009

Forgetting will become a distant memory

Details of everyday life will be recorded, stored, analyzed, and provided at the appropriate time and place by both portable and stationary smart appliances. To help make this possible, microphones and video cameras will record conversations and activities. The information collected will be automatically stored and analyzed on a personal computer. People can then be prompted to "rememer" what discussions they had, for example, with their daughter or doctor by telephone. Based on such conversations, smart phones equipped with global-positioning technology might also remind them to pick up groceries or prescriptions if they pass a particular store at a particular time. It's not hard to imagine that TVs, remote controls, or even coffee table tops, can one day be the familiar mediums through which we tap into our digitally stored information.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

You will have your own digital shopping assistants

A combination of new technology and the next wave of mobile devices will give the in-store shopping experience a significant boost. Fitting rooms soon will be outfitted with digital shopping assistants - touch screen and voice activated kiosks that will allow you to choose clothing items and accessories to complement, or replace, what you already selected. Once you make your selections, a sales associate is notified and will gather the items and bring them directly to you. You'll also be able to snap photos of yourself in different combinations and email or SMS them to your friends and family for the thumbs up ... or the thumbs down.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

You will talk to the web... and

the web will talk back

Innovation no. 3

Going to the web will change dramatically. In the future, you will be able to surf the internet, handsfree, by using your voice - therefore eliminating the need for visuals or keypads. New technology will change how people create, build and interact with information and e-commerce websites - using speech instead of text. You will be able to sort through the Web verbally to find what you are looking for and have the information read back to you as if you are havinq a conversation with the Web.

domingo, 26 de julho de 2009

You will have a crystal ball for your health

Innovation number 2

Your doctor will be able to provide you with a genetic map that tells you what health risks you are likely to face in your lifetime and what you can do to prevent them, based on your specific DNA - all, for less than US$200. Ever since scientists discovered how to map the entire human genome, it has opened new doors in helping to predict health traits and conditions we may be predisposed to. Doctors can use this information to recommend lifestyle changes and treatments. Pharmaceutical , companies will be able to engineer medications targeted for the individual patient. Genetic mapping will radically transform healthcar and allow you to take better care of yourself.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

IBM recently unveiled the third annual “IBM Next Five in Five", a list of innovations that have the potential to change the way people work, live and play over the next five years. It is based on market and societal trends as well as emerging technologies from IBM's Labs around the world that can ' make these innovations possible. In the next five years, technology innovations will change our lives in the following ways:

Innovation number 1

Energy saving solar technology will

be built into asphalt, paint and windows

Ever wonder how much energy could be created by having solar technology embedded in our sidewalks, driveways, siding, paint, rooftops, and windows? The creation of "thin-film" solar cells, a new type of cost-efficient and very thin solar cell, makes solar energy affordable. The new cells can be "printed" and arranged on a flexible backinq, suitable for not only the tops, but also the sides of buildings, tinted windows, cell phones, notebook computers, cars, and even clothing.