segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Português na World Wide Web

A navegação na internet permite hoje em dia o acesso aos conteúdos em quase todas as Línguas faladas no globo terrestre. A localização e a tradução de conteúdos têm proliferado. O crowdsourcing tomou, nesta área, uma proporção enorme. Para os menos puristas dos aspectos linguísticos, basta o leitor perceber a mensagem para considerarem que uma localização ou uma tradução é sucedida. Devo confessar que para bem de qualquer nação, sem entrar em nacionalismos exacerbados, a apresentação de conteúdos na Língua que a representa deverá ser o mais correcta possível.
Quando um comum utilizador da internet acede a páginas supostamente traduzidas para Português poderá deparar-se com três situações: a) uma tradução sem intervenção humana em que surgem frases sem qualquer sentido, geralmente são produtos dos tão populares tradutores automáticos; Bing Translator, Google Translator e.o.; b) intervenção humana de não falantes da Língua, sobretudo de nacionalidade espanhola ou de alunos de Português para Estrangeiros, sendo o resultado uma mescla entre duas Línguas que embora parecidas e com origem etimológica análoga, muito divergem em termos semânticos, lexicais e de estruturas gramaticais; c) um produto final assente no tão discutido acordo ortográfico em que as regras vigentes para o português de Portugal são completamente descuradas. Resultado: quando se clica sobre o ícone Português surge uma página em Português do Brasil. Provavelmente este aspecto não irá ser estranho às gerações que hoje se sentam nas salas do 1º ano do EB, mas confesso que me incomoda a mim pessoalmente.
Haverá concerteza uma solução a fervilhar algures. Assente concerteza em exemplos de outros Idiomas falados em mais do que um País, como o são o Inglês, o Francês e o Alemão. Esperemos que a solução seja a mais adequada e correcta para o bem da Língua Portuguesa.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O cliente como escravo

O conceito de Crowdsourcing é sinónimo do envolvimento do cliente em prestações de serviço voluntárias e gratuítas. Empresas como a IKEA e de desenvolvimento de Software já o fazem há algum tempo. Agora chegou a vez da Google Translate.
Funcionário numa empresa de mudanças, programador de informática e empregado do sector bancário, três profissões completamente distintas que aparentemente nada têm de comum entre si. Mas pensando melhor constatamos: nós próprios já desempenhamos tarefas inerentes a estes trabalhos! Não como actividade profissional, mas sim nos nossos tempos livres, quando mudámos de casa, quando passámos a noite em claro a tentar instalar um programa ou na aquisição de acções online no nosso escritório em casa. Chama-se a isso Crouwdsourcing. O neologismo, introduzido em 2006 por Jeff Howe, refere-se à atribuição de tarefas de uma organização a um conjunto de pessoas externas à mesma. Estas são na maioria executadas via internet e nos tempo livre desses indivíduos. Desta forma, as empresas aproveitam os conhecimentos específicos dos voluntários e conseguem que o trabalho seja feito de forma completamente gratuíta.
Esta tendência chegou agora ao sector da tradução. Google Translator Toolkit é como se chama a nova ferramente o gigante da internet. Uma horda de tradutores voluntários terá como missão ajudar a criar a base de dados de tradução. É uma forma de a Google entrar em grande no negócio do crowdsourcing.

De empresas de desenvolvimento de software a fabricantes de móveis: o crowdsourcing está "in"

Os grandes de grupos de fabricantes de automóveis, empresas de desenvolvimentos de software e até mesmo o IKEA o fazem. Esta última até com muito sucesso. O modelo de negócio da cadeia de mobiliário baseia-se na colaboração activa dos clientes. Somos todos mestres na montagem de artigos. Mas só isto não chega, a estratégia deste gigante da indústria de mobiliário vem mais aquém. Anotar o números dos artigos, retirar caixas de estantes de armazém, carregar o automóvel e, por fim, montar os artigos em casa: é assim um "dia normal" no IKEA. Mas não o de um funcionário! Não, o de um cliente! Chama-se a isto "outsourcing para o cliente". O cliente passa de rei a escravo.
Para as empresas é um avanço bastante lucrativo. A IKEA poupa assim muitos milhões por ano. Vamos ver um exemplo: se a IKEA vender aproximadamente quatro milhões de unidades por ano, a montagem dos artigos levar cerca de 30 minutos e se tivermos em conta um vencimento por hora de oito euros chegamos a um montante de 16 milhões poupados por ano, num só artigo.

Entretanto, o mais comum dos consumidores já desempenha tarefas complicadas sem reclamar. Compra software incompleto e desenvolve em casa soluções personalizadas e sugestões de melhorias no mesmo. Não muitas vezes sacrifica o fim-de-semana em prol da busca em como fazê-lo. Quando já não há alternativa recorre aos foruns online onde em conjunto com "companheiros na mesma cruzada" procura a solução adequada. Alguns engenheiros designam os seus produtos de "produtos banana", uma vez que o fruto só amadurece nas mãos do cliente.

O novo Google Translator Toolkit

"Imagine que não traduz somente palavras, mas que pega em livros e textos que já se encontram traduzidos em diversos Idiomas e os comparam entre si. Imagine ainda que, por acaso, temos milhões desses livros nos nossos servidores..."

Foi com estas palavras que Philip Schindler, director da Google no norte da Europa, descreveu o caminho que a sua empresa quer empreender no sector da tradução. A Google está a tentar compilar uma base de dados gigantesca com traduções que podem ser utilizadas com recurso a algoritmos e automatismos inteligentes em traduções futuras. Será sempre feita uma comparação entre as passagens de texto a traduzir e a base de dados. A Google espera alcançar desta forma uma qualidade superior na tradução automática. A Visão da Google é a existência de uma comunicação sem barreiras entre indivíduos das mais diversas origens. Uma boa premissa, mas com quase toda a certeza uma utopia.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Assegurar qualidade e precisão elevada


As traduções de carácter jurídico, mais ou menos específicas nas áreas que abordam, devem ser de qualidade elevada, precisas e adequadas. O tradutor tem de ter uma atenção redobrada ao detalhe e à terminologia, de modo a transpor o termo jurídico correcto. Para o fazer, deverá estar familiarizado com o sistema jurídico subjacente e com as relações semânticas inerentes às duas comunidades linguísticas envolvidas na tradução. Em muitos casos, estes aspecto requere, inevitavelmente, uma capacidade de pesquisa comparativa, sobretudo ao nível conceptual. A consulta de dicionários jurídicos monolingues da Língua de partida revela-se muitas vezes insuficiente. Há que tomar em consideração a própria legislação, literatura sobre a doutrina do Direito e.o. Só então o tradutor poderá estar seguro de alcançar uma exactidão legal e terminológica dos conceitos.
Uma simples incorrecção ou interpretação subjectiva poderá ter consequências desatrosas. Não só em organismos oficiais que assentam a sua estrutura nos pressupostos legais e jurídicos, mas também em organizações empresariais, onde a relação entre parceiros é regulada num enquadramento legal através de documentação específica, que ao ser transposta para outro idioma deverá reproduzir de forma fidedigna as intenções subjacentes.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Localization's impact on purchasing decisions

Companies that adapt their products to local languages and market needs have a significantly greater chance of selling to international buyers. In 1 September 2008 survey of 351 buyers of business software from eight non-Anglophone countries, research firm Common Sense Advisory (CSA) found a high correlation between purchasing likelihood and localized products. The survey, included business people in Brazil, China, France, Germany, Japan, Russia, Spain, and Sweden.The findings are detailed in CSA's report "Localization Matters". CSA'S Chief Research Officer Donald DePalma explains,"Many firms still debate whether it makes business sense for them to localize their products, mostly because there is a longstanding assumption that people feel comfortable using English. However, this data clearly shows that even when people speak English confidently, they still prefer products in their language.

domingo, 2 de agosto de 2009

Forgetting will become a distant memory

Details of everyday life will be recorded, stored, analyzed, and provided at the appropriate time and place by both portable and stationary smart appliances. To help make this possible, microphones and video cameras will record conversations and activities. The information collected will be automatically stored and analyzed on a personal computer. People can then be prompted to "rememer" what discussions they had, for example, with their daughter or doctor by telephone. Based on such conversations, smart phones equipped with global-positioning technology might also remind them to pick up groceries or prescriptions if they pass a particular store at a particular time. It's not hard to imagine that TVs, remote controls, or even coffee table tops, can one day be the familiar mediums through which we tap into our digitally stored information.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

You will have your own digital shopping assistants

A combination of new technology and the next wave of mobile devices will give the in-store shopping experience a significant boost. Fitting rooms soon will be outfitted with digital shopping assistants - touch screen and voice activated kiosks that will allow you to choose clothing items and accessories to complement, or replace, what you already selected. Once you make your selections, a sales associate is notified and will gather the items and bring them directly to you. You'll also be able to snap photos of yourself in different combinations and email or SMS them to your friends and family for the thumbs up ... or the thumbs down.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

You will talk to the web... and

the web will talk back

Innovation no. 3

Going to the web will change dramatically. In the future, you will be able to surf the internet, handsfree, by using your voice - therefore eliminating the need for visuals or keypads. New technology will change how people create, build and interact with information and e-commerce websites - using speech instead of text. You will be able to sort through the Web verbally to find what you are looking for and have the information read back to you as if you are havinq a conversation with the Web.

domingo, 26 de julho de 2009

You will have a crystal ball for your health

Innovation number 2

Your doctor will be able to provide you with a genetic map that tells you what health risks you are likely to face in your lifetime and what you can do to prevent them, based on your specific DNA - all, for less than US$200. Ever since scientists discovered how to map the entire human genome, it has opened new doors in helping to predict health traits and conditions we may be predisposed to. Doctors can use this information to recommend lifestyle changes and treatments. Pharmaceutical , companies will be able to engineer medications targeted for the individual patient. Genetic mapping will radically transform healthcar and allow you to take better care of yourself.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

IBM recently unveiled the third annual “IBM Next Five in Five", a list of innovations that have the potential to change the way people work, live and play over the next five years. It is based on market and societal trends as well as emerging technologies from IBM's Labs around the world that can ' make these innovations possible. In the next five years, technology innovations will change our lives in the following ways:

Innovation number 1

Energy saving solar technology will

be built into asphalt, paint and windows

Ever wonder how much energy could be created by having solar technology embedded in our sidewalks, driveways, siding, paint, rooftops, and windows? The creation of "thin-film" solar cells, a new type of cost-efficient and very thin solar cell, makes solar energy affordable. The new cells can be "printed" and arranged on a flexible backinq, suitable for not only the tops, but also the sides of buildings, tinted windows, cell phones, notebook computers, cars, and even clothing.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Nova parceria

Temos uma nova parceria com a World of Music. Um site dedicado exclusivamente à divulgação da música e venda de Cds e DVDs. Visitem e verão que vale a pena. Basta para tal, utilizar o link no painel da direita ou no rodapé da nossa página.

sábado, 13 de junho de 2009

ENDEREÇO ELECTRÓNICOS

O nosso endereço electrónico é info@b2communicate.com.pt.

Se receberem mensagens do endereço b2communicate@gmail.com e/ou b2communicate@hotmail.com não estarão a entrar em contacto com a mesma entidade, uma vez que o endereço da hotmail foi desactivado há cerca de um mês e o endereço do gmail foi criado por terceiros.

A página de internet http://www.b2communicate.com.pt/ está ligada ao primeiro endereço indicado.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Poupança por via da terminologia?

Nos dias que correm, a par da palavra "crise" o termo mais utilizado é "poupar". Em muitas empresas com actividade internacional, os custos com documentação poderão ascender a 0,3 até 3% do total da facturação. Trata-se de montantes com 7 dígitos, nos quais se pode aplicar uma poupança inteligente.

Os ajustes que poderão ser feitos, passam pela padronização dos formatos e dos conteúdos, pela aplicação do esquema modular na documentação (sistema de redacção) ou pela automatização de processos existentes. Será possível poupar recursos financeiros com a definição de terminologia interna da empresa?

Há quem desconheça que 5 a 10% do vocabulário técnico de uma empresa é constituído por sinónimos. Consoante o tamanho da empresa e da gama de produtos oferecida, a maioria das empresas utiliza uma base de terminologia técnica de mais ou menos 15.000 termos. Por vezes até superior.
A eliminação de sinónimos poderá representar uma poupança no tempo dispendido na busca de informação, que muitas vezes se revela infrutífera por os conceitos se encontrarem guardados com designações diferentes: "Software, aplicação, tool, ferramenta, programa". Este aspecto influi, não só, na economia do tempo gasto na procura de informação (que em termos de vencimento/hora poderá representar um montante significativo por mês), como contribui para o aumento do nível qualitativo e da rapidez das tomadas de decisão.
Os prestadores de serviço e de apoio técnico sabem que os mal-entendidos surgem muitas vezes dos termos utilizados na documentação técnica. "Mas aqui não há nenhuma referência ao Botão de paragem de emergência (no documento Botão Stop)". Havendo um uniformização da terminologia utilizada, estes inconvenientes podem representar a redução de custos em termos de horas de outsourcing de serviços técnicos, bem como de correcção de erros cometidos pelos já referidos mal-entendidos.
Haverá mais factores que poderão dar um contributo importante para este modelo de cálculo? Por exemplo: satisfação do cliente devido ao uso da sua terminologia, uma melhor cooperação com os fornecedores, processos de compra mais eficazes, uma integração mais célere de empresas aquiridas, com uma base legal mais vantajosa no caso de litígios. Last but not least: a compilação de know how próprio. Cada empresa é uma realidade distinta e, tendo uma uniformização terminológica interna, ditará a flexibilidade e a rapidez com que quer articular os seus relacionamentos com os parceiros de mercado, tornando-se mais competitiva pela transparência na sua comunicação.

Mais uma presença na internet

Convidamos os seguidores fiéis do nosso blog a visitar o nosso site e, porque não, a deixar os seus comentários de maior ou menor apreço.

Deixamos o respectivo link: http://www.b2communicate.com.pt/

sábado, 2 de maio de 2009

Medidas contra a extinção de Idiomas raros


Um idioma poderá ser exótica?

Segundo a UNESCO existem no mundo 6500 idiomas diferentes e, segundo as estimativas, 4300 deixarão de existir dentro das próximas duas gerações. Na Europa já se tomaram medidas preventivas para a manutenção de idiomas de minorias étnicas e regionais.

Quando um idioma deixa de existir morrem com ele as suas histórias, contos de fadas, costumes e até mesmo religiões. Em muitos casos, este facto cinge-se a um número restrito de indivíduos: três quartos de toda a humanidade divide-se por pouco mais de 40 idiomas, segundo "O livro vermelho dos idiomas em perigo de extinção" da UNESCO. Os principais responsáveis pelo desaparecimento fulgurante dos idiomas são os meios de comunicação em massa, que privilegiam os idiomas principais.
A própria União Europeia reconheceu que os idiomas são um bem preservador dos conceitos culturais e, por isso, encontram-se dispostos na carta europeia de Idiomas de minorias étnicas e regionais. O objectiva da carta é preservar os idiomas de minorias étnicas e regionais como uma parte integrante única da herança cultural da Europa. Os mesmos devem ser utilizados e divulgados nas áreas mais diversas como nas Escolas, na Justiça ou nos Meios de comunicação. A carta encontra-se estruturada em cinco capítulos e contém um conjunto de medidas abrangentes, destinadas à protecção de idiomas raros.

Medidas proteccionistas na União Europeia

No continente europeu os idiomas raros têm boas possibilidades de não se extinguirem, i.e. o bretão e o basco manter-se-ão durante mais algum tempo. A Alemanha , por exemplo já, ratificou em 1998 a Carta. Desta forma, este País responsabiliza-se pela preservação de cinco idiomas raros e de um idioma regional. As medidas cingem-se ao Estado Federal em que os respectivo idiomas são falados. Na perspectiva dos países europeus contam-se entre as Línguas raras, designados também como idiomas exóticos "plásticos", a linguagem gestual e idiomas como o afegão, o fidjiano, o curdo. Do ponto de vista mundial algumas destas Línguas são tudo menos raras: seis e meio milhões de pessoas em todo o mundo são deficientes auditivas e o curdo é falado por cerca de oito a dez milhões de pessoas.






sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Qualidade e rigor


A estruturação, redacção, revisão e tradução de conteúdos carece de muito rigor e atenção ao detalhe. Na B2Communicate os profissionais envolvidos nos processos valorizam estes aspectos sem, contudo, descurar as necessidades específicas dos clientes. Todos os projectos pressupõem uma comunicação estreita com os parceiros e um trabalho de equipa exemplar. Os recursos disponibilizados visam tornar os processos mais céleres, rigorosos e cumpridores dos parâmetros de qualidade exigíveis. Sendo a Comunicação a ferramenta essencial que permite manter a fluidez e a rapidez dos contactos.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

A comunicação

Com o fenómeno da globalização torna-se premente para qualquer organização veicular a sua mensagem junto dos seus clientes e fornecedores no Idioma que facilite a compreensão e o tratamento do conteúdo. Fazer recurso à Língua materna do interlocutor facilita não só a comunicação, mas estabelece à partida uma maior empatia com o parceiro.