sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Assegurar qualidade e precisão elevada


As traduções de carácter jurídico, mais ou menos específicas nas áreas que abordam, devem ser de qualidade elevada, precisas e adequadas. O tradutor tem de ter uma atenção redobrada ao detalhe e à terminologia, de modo a transpor o termo jurídico correcto. Para o fazer, deverá estar familiarizado com o sistema jurídico subjacente e com as relações semânticas inerentes às duas comunidades linguísticas envolvidas na tradução. Em muitos casos, estes aspecto requere, inevitavelmente, uma capacidade de pesquisa comparativa, sobretudo ao nível conceptual. A consulta de dicionários jurídicos monolingues da Língua de partida revela-se muitas vezes insuficiente. Há que tomar em consideração a própria legislação, literatura sobre a doutrina do Direito e.o. Só então o tradutor poderá estar seguro de alcançar uma exactidão legal e terminológica dos conceitos.
Uma simples incorrecção ou interpretação subjectiva poderá ter consequências desatrosas. Não só em organismos oficiais que assentam a sua estrutura nos pressupostos legais e jurídicos, mas também em organizações empresariais, onde a relação entre parceiros é regulada num enquadramento legal através de documentação específica, que ao ser transposta para outro idioma deverá reproduzir de forma fidedigna as intenções subjacentes.

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