Apesar dos muitos produtos de vanguarda tecnológica serem bastante bem sucedidos e aceites, há sempre aqueles que na promessa de serem muito inovadores, acabam por não cumprir as expectativas criadas à partida.
Ter um telefone que ao mesmo tempo serve de caneta e de conversor de texto é uma ideia que agradaria a muitas pessoas. Pois é, a Siemens já pensou nisso, concebeu o produto que acabou por nunca deixar de ser um protótipo.
Como este há mais exemplos, mencionamos no que se segue apenas alguns:
Siemens PenPhone:
Trata-se de uma mistura entre um caneta e um telefone. Faz também a conversão de texto redigido à mão para SMS. Infelizmente, este dispositivo nunca saiu da fase de concepção. Pode ser que com algumas melhorias ainda seja lançado para o mercado.
Nokia 7700:
Foi posto de parte em 2004, esta primeira tentativa da Nokia em conceber um touchscreen com bluetooth. Era semelhante ao N-GAGE. Não admira que não tivesse vingado.
Samsung F520:
O primeiro dos telemóveis da Samsung constantes desta lista. O F520 foi o primeiro modelo touchscreen desta marca, mas de longe menos sucedido que os que se lhe seguiram.
Samsung Watchphone:
Desde a altura de Dick Tracy que ansiavamos por um dispositivo como o Watchphone. Infelizmente o seu preço demasiado elevado, 900$, e as suas limitações em termos de funcionalidade fizeram com que deixasse de ser uma opção válida.
Samsung T700:
Com um design inovador a pensar na mulher, não teve a aceitação esperada. Formato: caixa de maquilhagem.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
Vale a pena explorar a loja do iTunes. Numa das últimas incursões deparei-me com uma aplicação chamada Jourist Language Coach que engloba cursos de Línguas em 24 idiomas. Com esta aplicação os utilizadores têm a possibilidade de aprender o vocabulário base para comunicar em viagem e de melhorar os seus conhecimentos linguísticos com inúmeros exercícios.
Cada curso contém aproximadamente 2139 lições sub-divididas por temáticas de aprendizagem. Estes cursos têm como destinatários maioritariamente turistas e executivos, uma vez que o vocabulário se centra em situações de reservas e pedidos de informação em hotéis, sobre atracções turísticas e situações de emergência.
Na existência de acentuação específica existe a respectiva tradução do texto em latim (mas com escrita fonética errada). O Jourist Language Coach também inclui um conversor para escrita fonética que facilita a tarefa da pronunciação dos termos estrangeiros. Os diversos conceitos também aparecem em expressões idiomáticas. Depois de apreendidas as novas palavras de cada unidade pode fazer-se uma auto-avaliação dos conhecimentos assimilados, bem como melhorá-los com exercícios mais complexos.
Uma vez que esta aplicação tem diversos Idiomas os cursos são de nível I (base) e tratam, sobretudo, a temática das viagens. Quem já domina minimamente um Idioma, não irá aprender muito mais nesta aplicação, uma vez que os exercícios têm como objectivo a consolidação dos conhecimentos adquiridos nestes cursos.
Imagens
Em suma, o Jourist Language Coach é excelente para aprender vocabulário para situações de viagem. Funciona, ainda, como uma excelente ferramenta de consulta para expressões idiomáticas. Por apenas 7,99 € não se pode exigir muito mais. Para níveis intermédios e avançados terá de se optar por outras soluções.
vocabulário, pronúncia e ortografia
- Excelente para aquisição de vocabulário básico e de viagem
Cada curso contém aproximadamente 2139 lições sub-divididas por temáticas de aprendizagem. Estes cursos têm como destinatários maioritariamente turistas e executivos, uma vez que o vocabulário se centra em situações de reservas e pedidos de informação em hotéis, sobre atracções turísticas e situações de emergência.
Na existência de acentuação específica existe a respectiva tradução do texto em latim (mas com escrita fonética errada). O Jourist Language Coach também inclui um conversor para escrita fonética que facilita a tarefa da pronunciação dos termos estrangeiros. Os diversos conceitos também aparecem em expressões idiomáticas. Depois de apreendidas as novas palavras de cada unidade pode fazer-se uma auto-avaliação dos conhecimentos assimilados, bem como melhorá-los com exercícios mais complexos.
Uma vez que esta aplicação tem diversos Idiomas os cursos são de nível I (base) e tratam, sobretudo, a temática das viagens. Quem já domina minimamente um Idioma, não irá aprender muito mais nesta aplicação, uma vez que os exercícios têm como objectivo a consolidação dos conhecimentos adquiridos nestes cursos.
Imagens
- Inlcui 24 Idiomas
- Vocabulário e expressões idiomáticas
- Lições em sistema de fichas de leitura
- Inúmeros exercícios para a consolidação de conhecimentos sobre - Lições em sistema de fichas de leitura
vocabulário, pronúncia e ortografia
- Excelente para aquisição de vocabulário básico e de viagem
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Wiki na gestão de informação
Todos nós estamos familiarizados com a situação. O problema já está resolvido, mas continuamos desesperadamente a reunir informação que substancie a nossa decisão e recomeçamos todo o processo de decisão. Existem vários estudo que corroboram que parte dos gestores de topo gastam entre 2 a 10 horas semanais na reunião de informação.
Está perto do conceito de "retirar" o saber da cabeça dos colaboradores para o disponibilizar ao maior número de pessoas possível. Contudo, é incompreensível que a maioria das organizações ainda não tenha conseguido encontrar uma forma de utilizar os conhecimentos dos seus colaboradores de modo mais abrangente. Geralmente, são relatórios, mensagens de correio electrónico e actas que contêm de forma difusa, parcial e heterogenea esse saber.
Já existem soluções destinadas à reunião e gestão de conhecimentos. Regra geral são dispendiosas e dificeis de pôr em prática. Um meio bastante pragmático e simples de gerir conteúdos é a utilização de uma Wiki interna (Wiki = Enciclopédia online). A mesma pode restringir-se a uma determinada temática ou sector.
Como funciona a Wiki? É uma solução que tem como base a internet e a intranet que, à imagem da já bastante divulgada Wikipedia (http://www.wikipedia.org/), regista informação por temas em páginas separadas. É o resultado de um trabalho comunitário em que os temas são introduzidos, acrescentados e corrigidos por mais que um autor. Pressupõe, ainda, a existência de um moderador por cada tema a quem cabe a tarefa de criar consenso quando surgem opiniões divergentes.
Este modelo é ideal para uma organização, já que oferece a possibilidade de haver uma monitorização dos conteúdos submetidos. A sua aplicação pode ser valiosa na troca de Know How em projectos com alguma dimensão e/ou complexidade.
Está perto do conceito de "retirar" o saber da cabeça dos colaboradores para o disponibilizar ao maior número de pessoas possível. Contudo, é incompreensível que a maioria das organizações ainda não tenha conseguido encontrar uma forma de utilizar os conhecimentos dos seus colaboradores de modo mais abrangente. Geralmente, são relatórios, mensagens de correio electrónico e actas que contêm de forma difusa, parcial e heterogenea esse saber.
Já existem soluções destinadas à reunião e gestão de conhecimentos. Regra geral são dispendiosas e dificeis de pôr em prática. Um meio bastante pragmático e simples de gerir conteúdos é a utilização de uma Wiki interna (Wiki = Enciclopédia online). A mesma pode restringir-se a uma determinada temática ou sector.
Como funciona a Wiki? É uma solução que tem como base a internet e a intranet que, à imagem da já bastante divulgada Wikipedia (http://www.wikipedia.org/), regista informação por temas em páginas separadas. É o resultado de um trabalho comunitário em que os temas são introduzidos, acrescentados e corrigidos por mais que um autor. Pressupõe, ainda, a existência de um moderador por cada tema a quem cabe a tarefa de criar consenso quando surgem opiniões divergentes.
Este modelo é ideal para uma organização, já que oferece a possibilidade de haver uma monitorização dos conteúdos submetidos. A sua aplicação pode ser valiosa na troca de Know How em projectos com alguma dimensão e/ou complexidade.
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