terça-feira, 29 de junho de 2010

Vale a pena explorar a loja do iTunes. Numa das últimas incursões deparei-me com uma aplicação chamada Jourist Language Coach que engloba cursos de Línguas em 24 idiomas. Com esta aplicação os utilizadores têm a possibilidade de aprender o vocabulário base para comunicar em viagem e de melhorar os seus conhecimentos linguísticos com inúmeros exercícios.

Cada curso contém aproximadamente 2139 lições sub-divididas por temáticas de aprendizagem. Estes cursos têm como destinatários maioritariamente turistas e executivos, uma vez que o vocabulário se centra em situações de reservas e pedidos de informação em hotéis, sobre atracções turísticas e situações de emergência.

Na existência de acentuação específica existe a respectiva tradução do texto em latim (mas com escrita fonética errada). O Jourist Language Coach também inclui um conversor para escrita fonética que facilita a tarefa da pronunciação dos termos estrangeiros. Os diversos conceitos também aparecem em expressões idiomáticas. Depois de apreendidas as novas palavras de cada unidade pode fazer-se uma auto-avaliação dos conhecimentos assimilados, bem como melhorá-los com exercícios mais complexos.

Uma vez que esta aplicação tem diversos Idiomas os cursos são de nível I (base) e tratam, sobretudo, a temática das viagens. Quem já domina minimamente um Idioma, não irá aprender muito mais nesta aplicação, uma vez que os exercícios têm como objectivo a consolidação dos conhecimentos adquiridos nestes cursos.

Imagens






Em suma, o Jourist Language Coach é excelente para aprender vocabulário para situações de viagem. Funciona, ainda, como uma excelente ferramenta de consulta para expressões idiomáticas. Por apenas 7,99 € não se pode exigir muito mais. Para níveis intermédios e avançados terá de se optar por outras soluções.





- Inlcui 24 Idiomas
- Vocabulário e expressões idiomáticas
- Lições em sistema de fichas de leitura 
- Inúmeros exercícios para a consolidação de conhecimentos sobre 
  vocabulário, pronúncia e ortografia
- Excelente para aquisição de vocabulário básico e de viagem














segunda-feira, 21 de junho de 2010

Wiki na gestão de informação

Todos nós estamos familiarizados com a situação. O problema já está resolvido, mas continuamos desesperadamente a reunir informação que substancie a nossa decisão e recomeçamos todo o processo de decisão. Existem vários estudo que corroboram que parte dos gestores de topo gastam entre 2 a 10 horas semanais na reunião de informação.

Está perto do conceito de "retirar" o saber da cabeça dos colaboradores para o disponibilizar ao maior número de pessoas possível. Contudo, é incompreensível que a maioria das organizações ainda não tenha conseguido encontrar uma forma de utilizar os conhecimentos dos seus colaboradores de modo mais abrangente. Geralmente, são relatórios, mensagens de correio electrónico e actas que contêm de forma difusa, parcial e heterogenea esse saber.

Já existem soluções destinadas à reunião e gestão de conhecimentos. Regra geral são dispendiosas e dificeis de pôr em prática. Um meio bastante pragmático e simples de gerir conteúdos é a utilização de uma Wiki interna (Wiki = Enciclopédia online). A mesma pode restringir-se a uma determinada temática ou sector.

Como funciona a Wiki? É uma solução que tem como base a internet e a intranet que, à imagem da já bastante divulgada Wikipedia (http://www.wikipedia.org/), regista informação por temas em páginas separadas. É o resultado de um trabalho comunitário em que os temas são introduzidos, acrescentados e corrigidos por mais que um autor. Pressupõe, ainda, a existência de um moderador por cada tema a quem cabe a tarefa de criar consenso quando surgem opiniões divergentes.

Este modelo é ideal para uma organização, já que oferece a possibilidade de haver uma monitorização dos conteúdos submetidos. A sua aplicação pode ser valiosa na troca de Know How em projectos com alguma dimensão e/ou complexidade.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Tecnologia Android afasta Windows Mobile

A Google bateu a Microsoft no mercado competitivo dos Smartphone. Este sistema operativo ganha cada vez mais relevância à escala mundial. A Samsung, por sua vez, não se intimida e contrapõe o Bada, anunciando o lançamento do Smartphone com este sistema operativo próprio. É desta forma que o grupo sul-coreano pretende juntar-se à concorrência.
"Para proporcionar o crescimento deste tipo de telemóveis no mercado, temos de ter um sistema operativo próprio" declara o responsável pelo Bada da Samsung Lee Ho-soo. "O Bada irá cumprir esta função, cobrindo todos os segmentos de mercado, dos preços mais acessíveis até aos produtos mais dispendiosos."
Com o Bada, que em coreano significa Oceano, a Samsung pretende repetir o sucesso do Apple e do RIM. Para além disso, serão garantidas formas de input inovadoras, através do uso do Apps (aplicação específica para telemóveis).
Conscientes da sua ainda pequena quota de mercado no segmento dos Smartphone, a Samsung aposta no desenvolvimento das aplicações Apps, de modo a garantir uma entrada no mercado americano e proporcionar a consequente expansão.
"O retorno dos programadores é muito bom. Temos potencial para tornar o Bada num dos sistemas operativos de vanguarda" constatou o Director da Samsung Lee Ho-soo.
A par do lançamento do telemóvel Wave com tecnologia Bada nos mercados da Grã-Bretanha e alemão, a Samsung Portugal apresentou esta semana este mesmo telemóvel em Lisboa, no espaço Urban Beach.
Num ambiente agradável à beira-rio, a Samsung Portugal conquistou os presentes com a simpatia e disponibilidade da sua equipa, nas explicações e demonstrações exaustivas de todas as (excelentes) funcionalidades deste produto.