sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Assegurar qualidade e precisão elevada


As traduções de carácter jurídico, mais ou menos específicas nas áreas que abordam, devem ser de qualidade elevada, precisas e adequadas. O tradutor tem de ter uma atenção redobrada ao detalhe e à terminologia, de modo a transpor o termo jurídico correcto. Para o fazer, deverá estar familiarizado com o sistema jurídico subjacente e com as relações semânticas inerentes às duas comunidades linguísticas envolvidas na tradução. Em muitos casos, estes aspecto requere, inevitavelmente, uma capacidade de pesquisa comparativa, sobretudo ao nível conceptual. A consulta de dicionários jurídicos monolingues da Língua de partida revela-se muitas vezes insuficiente. Há que tomar em consideração a própria legislação, literatura sobre a doutrina do Direito e.o. Só então o tradutor poderá estar seguro de alcançar uma exactidão legal e terminológica dos conceitos.
Uma simples incorrecção ou interpretação subjectiva poderá ter consequências desatrosas. Não só em organismos oficiais que assentam a sua estrutura nos pressupostos legais e jurídicos, mas também em organizações empresariais, onde a relação entre parceiros é regulada num enquadramento legal através de documentação específica, que ao ser transposta para outro idioma deverá reproduzir de forma fidedigna as intenções subjacentes.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Localization's impact on purchasing decisions

Companies that adapt their products to local languages and market needs have a significantly greater chance of selling to international buyers. In 1 September 2008 survey of 351 buyers of business software from eight non-Anglophone countries, research firm Common Sense Advisory (CSA) found a high correlation between purchasing likelihood and localized products. The survey, included business people in Brazil, China, France, Germany, Japan, Russia, Spain, and Sweden.The findings are detailed in CSA's report "Localization Matters". CSA'S Chief Research Officer Donald DePalma explains,"Many firms still debate whether it makes business sense for them to localize their products, mostly because there is a longstanding assumption that people feel comfortable using English. However, this data clearly shows that even when people speak English confidently, they still prefer products in their language.

domingo, 2 de agosto de 2009

Forgetting will become a distant memory

Details of everyday life will be recorded, stored, analyzed, and provided at the appropriate time and place by both portable and stationary smart appliances. To help make this possible, microphones and video cameras will record conversations and activities. The information collected will be automatically stored and analyzed on a personal computer. People can then be prompted to "rememer" what discussions they had, for example, with their daughter or doctor by telephone. Based on such conversations, smart phones equipped with global-positioning technology might also remind them to pick up groceries or prescriptions if they pass a particular store at a particular time. It's not hard to imagine that TVs, remote controls, or even coffee table tops, can one day be the familiar mediums through which we tap into our digitally stored information.