quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

A nova compacta da Samsung


A Samsung anunciou o lançamento da câmara fotográfica compacta SH100, topo de gama no segmento de compactas Wi-Fi

O seu design é agradável, explorando a combinação das tonalidades cinzentas com a cor preta. Dispõe de um Zoom óptico 5x e de um ecrã de visionamento com acesso digital aos menus.



A funcionalidade Wi-Fi permite uma ligação rápida e cómoda a outros dispositivos, facilitando a gestão, a partilha e o tratamento das fotografias captadas em tempo real. Poderá, por exemplo, fazer o enquadramento ou a filmagem que desejar com o auxílio do seu telemóvel, ampliando ou reduzindo a mesma no ecrã do telemóvel, antes de accionar o obturador de fotografia ou filmagem. O visionamento das fotografias e dos vídeos na televisão pode ser feita por meio de ligação DLNA e as cópias de segurança podem comodamente ser transferidas via Wi-Fi para o PC, mesmo que esteja desligado.


As fotografias e vídeos podem ser publicados de imediato nos sites das redes sociais mais comuns, tais como Facebook, Picasa, Photo Bucket ou YouTube.

O seu ecrã táctil permite um acesso rápido e fácil aos menus e submenus.

A Samsung definiu como público alvo para este produto a camada mais jovem da população, que de acordo com o CEO da empresa se movimentam numa sociedade de "imediatismo", i.e. não querem perder tempo até chegar a casa para partilhar as suas experiências. A SH100 oferece essa versatilidade a um preço acessível e com a mais recente tecnologia.

Em resumo a fusão dos conceitos de smartphone e câmara digital compacta resultou num produto atractivo, cómodo, de fácil manuseio e, sobretudo, apetecível a quem se movimenta no mundo vertiginoso das novas tecnologias.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Novas formas de poder

É grande a luta pelo poder na esfera da pirataria informática (cujos autores são conhecidos por "hackers"). Nos últimos dias, activistas anónimos da rede fizeram manchete com os seus ataques digitais contra empresas multinacionais, tais como a Amazon, a Paypal e, até mesmo, a Mastercard. Bloquearam os sites destas empresas por as mesmas terem cancelado os serviços da tão contestada Wikileaks. A melhor forma de milhares de pessoas demonstrarem a sua solidariedade para com o fundador desse sítio: Julian Assange. Contudo, também tem o efeito de despertar a consciência colectiva para o facto de na "rede" acontecerem coisas, que poucos entendem e que provocam enormes danos e mau-estar, precisamente porque os autores permanecem na penumbra.

A maioria dos activistas mais jovens não partilham, forçosamente, os mesmo objectivos. Uns fazem pirataria para provar que existem falhas de segurança. Outros lutam por uma "rede" livre de censura, na qual os dados são partilhados por todos - a transparência total. Outros, ainda, pretendem provocar danos graves às grandes multinacionais para, dessa forma, provar quem tem o poder na internet.

Com a prisão preventiva de Assange (sob acusação de abuso sexual) a comunidade cibernáutica ganhou um mártir, à volta do qual se pode reunir de modo anónimo. Descobre-se, assim, um novo movimento revolucionário: o ano de "68 digital". Alguns utilizadores mais radicais querem impor as suas próprias regras na world wide web, ou seja de que não poderá haver regras impostas. Esta postura é completamente errada, uma vez que a internet é uma espaço sujeito à legislação de cada Estado, tal como se constatou na semana passada na Holanda:  a polícia prendeu dois adolescentes envolvidos numa ofensiva de atentados contra empresas estabelecidas online.  Um deles tem apenas 16 anos, um oficial dos militares ciberbáuticos na idade da puberdade.  Até ao momento este ataque ainda só originou danos económicos contabilizáveis, quando comparado com outros boicotes organizados contra marcas mundiais ou produtos. Ainda não é o suficiente para assumirmos que a pirataria informática é praticada somente por indíviduos de carácter duvidoso.

O cenário pode apresentar mudanças drásticas, se o alvo dos activistas cibernáuticos se virar contra pessoas, ameaçando a sua existência, quer por ataque aos seus bens, quer através de acções de indiscrição.

Como encararia Julie Assange o facto de o processo sobre a sua acusação de abuso sexual ser divulgado publicamente na internet? O mundo seria melhor se soubessemos o que consta do mesmo? Vamos reflectir e transpor para a nossa própria "privacidade".

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Polyglot - Turkuu 2011 Capital Europeia da Cultura

DO YOU SPEAK VIDEO?



A NISI MASA - a rede europeia de cinema amador está a organizar um concurso de vídeo online subordinado ao tema "multilinguismo!".

Os concorrentes podem escolher entre duas categorias:

• Video Portraits (Documentário sobre  "o meu multilinguismo") -
Se fala mais que um Idioma no seu dia-a-dia, descreva o meio linguístico em que se movimenta como o mesmo afecta a sua personalidade.

• Poemas em forma de vídeo (Ficcção sobre "o  Idioma que falo nos meus sonhos") -
Utilize este meio audiovisual como um potencial artístico para compartilhar as ideias mais originais e criativas sobre os mais diversos idiomas.

Os concorrentes devem residir num País europeu (dentro ou fora do espaço da UE) e terem idade compreendida entre os 18 e os 35 anos. Serão considerados trabalhos com uma duração máxima de 5 minutos, produzidos a partir de 1 de janeiro de 2008. 

O prazo de entrega é até 15 de Dezembro de 2010.

Serão seleccionados 18 vencedores para integrar uma workshop gratuíto de duas semanas, a realizar em Junho de 2011 com tudo pago a bordo do "POLYGLOT".

Para mais informações visite o link http://www.turku2011.fi/en/ohjelmahanke/672/info.