sábado, 25 de dezembro de 2010

Novas formas de poder

É grande a luta pelo poder na esfera da pirataria informática (cujos autores são conhecidos por "hackers"). Nos últimos dias, activistas anónimos da rede fizeram manchete com os seus ataques digitais contra empresas multinacionais, tais como a Amazon, a Paypal e, até mesmo, a Mastercard. Bloquearam os sites destas empresas por as mesmas terem cancelado os serviços da tão contestada Wikileaks. A melhor forma de milhares de pessoas demonstrarem a sua solidariedade para com o fundador desse sítio: Julian Assange. Contudo, também tem o efeito de despertar a consciência colectiva para o facto de na "rede" acontecerem coisas, que poucos entendem e que provocam enormes danos e mau-estar, precisamente porque os autores permanecem na penumbra.

A maioria dos activistas mais jovens não partilham, forçosamente, os mesmo objectivos. Uns fazem pirataria para provar que existem falhas de segurança. Outros lutam por uma "rede" livre de censura, na qual os dados são partilhados por todos - a transparência total. Outros, ainda, pretendem provocar danos graves às grandes multinacionais para, dessa forma, provar quem tem o poder na internet.

Com a prisão preventiva de Assange (sob acusação de abuso sexual) a comunidade cibernáutica ganhou um mártir, à volta do qual se pode reunir de modo anónimo. Descobre-se, assim, um novo movimento revolucionário: o ano de "68 digital". Alguns utilizadores mais radicais querem impor as suas próprias regras na world wide web, ou seja de que não poderá haver regras impostas. Esta postura é completamente errada, uma vez que a internet é uma espaço sujeito à legislação de cada Estado, tal como se constatou na semana passada na Holanda:  a polícia prendeu dois adolescentes envolvidos numa ofensiva de atentados contra empresas estabelecidas online.  Um deles tem apenas 16 anos, um oficial dos militares ciberbáuticos na idade da puberdade.  Até ao momento este ataque ainda só originou danos económicos contabilizáveis, quando comparado com outros boicotes organizados contra marcas mundiais ou produtos. Ainda não é o suficiente para assumirmos que a pirataria informática é praticada somente por indíviduos de carácter duvidoso.

O cenário pode apresentar mudanças drásticas, se o alvo dos activistas cibernáuticos se virar contra pessoas, ameaçando a sua existência, quer por ataque aos seus bens, quer através de acções de indiscrição.

Como encararia Julie Assange o facto de o processo sobre a sua acusação de abuso sexual ser divulgado publicamente na internet? O mundo seria melhor se soubessemos o que consta do mesmo? Vamos reflectir e transpor para a nossa própria "privacidade".

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Polyglot - Turkuu 2011 Capital Europeia da Cultura

DO YOU SPEAK VIDEO?



A NISI MASA - a rede europeia de cinema amador está a organizar um concurso de vídeo online subordinado ao tema "multilinguismo!".

Os concorrentes podem escolher entre duas categorias:

• Video Portraits (Documentário sobre  "o meu multilinguismo") -
Se fala mais que um Idioma no seu dia-a-dia, descreva o meio linguístico em que se movimenta como o mesmo afecta a sua personalidade.

• Poemas em forma de vídeo (Ficcção sobre "o  Idioma que falo nos meus sonhos") -
Utilize este meio audiovisual como um potencial artístico para compartilhar as ideias mais originais e criativas sobre os mais diversos idiomas.

Os concorrentes devem residir num País europeu (dentro ou fora do espaço da UE) e terem idade compreendida entre os 18 e os 35 anos. Serão considerados trabalhos com uma duração máxima de 5 minutos, produzidos a partir de 1 de janeiro de 2008. 

O prazo de entrega é até 15 de Dezembro de 2010.

Serão seleccionados 18 vencedores para integrar uma workshop gratuíto de duas semanas, a realizar em Junho de 2011 com tudo pago a bordo do "POLYGLOT".

Para mais informações visite o link http://www.turku2011.fi/en/ohjelmahanke/672/info.





sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Feira do Livro de Frankfurt

Frankfurt Hot Spots


Inhalt trifft Technologie

Die Frankfurt Hot Spots vernetzen die Pioniere der digitalen Technologie mit der internationalen Verlags- und Medienwelt.

Diese neu konzipierten Formate der Frankfurter Buchmesse sind innovative Plattformen, speziell für Anbieter und Unternehmen in den Bereichen Technologie und Digital Content. Sie bieten Ihnen das optimale Umfeld, um Ihr Unternehmen auf dem digitalen Markt zu platzieren!

Die Frankfurt Hot Spots sind thematisch fokussiert und strategisch in fünf verschiedenen Messehallen der Frankfurter Buchmesse platziert – So erreichen Sie Ihre Kundenzielgruppen direkt!

Allen Ausstellern an unseren Hot Spots steht ein voll ausgestatteter Stand inklusive Internetanschluss, Café-Bar, Servicetheke, ein Lounge-Bereich für Geschäftstermine sowie ein Präsentationsslot auf einer der Hot Spot Stages zur Verfügung.

Die Hot Spots sind Teil von Frankfurt SPARKS, der digitalen Initiative der Frankfurter Buchmesse.